terça-feira, 15 de agosto de 2017

Registro. XXVII Feirão pró-Mansão do Caminho no Rio de Janeiro, RJ

O XXVII FEIRÃO PRÓ-MANSÃO DO CAMINHO, realizado no Museu Militar Conde de Linhares (Avenida Pedro II, 383, São Cristóvão, Rio de Janeiro), neste domingo dia 13 de agosto, no horário de 9 às 18 horas foi, a exemplo dos anos anteriores, um encontro de solidariedade, confraternização, encontros, reencontros e, acima de tudo, uma sincera manifestação de amor pelos nossos semelhantes.

O evento promovido e organizado pelo Grupo Espirita Caminho da Esperança (GECE) - Rua Aristides Lobo, 51 - Rio Comprido, Rio de Janeiro, que há 27 anos realiza o encontro cuja finalidade é agradecer a Divaldo Pereira Franco que encerrava suas atividades, este ano, em sua tradicional temporada em nosso estado e principalmente contribuir com a Mansão do Caminho na arrecadação de recursos para a manutenção das despesas de dia-a-dia.

Começou com Ana Guimarães e outros dirigentes do CECE, agradecendo mais uma vez a colaboração dos espíritas, vindos de diversas cidades do país e algumas do exterior, naturalmente sendo a maioria de nosso estado. Em seguida, Anete Guimarães fez a prece de abertura, aguardando Divaldo Franco, que logo em seguida chegou.

Os representantes de cada barraca foram chamados à presença de Divaldo Franco, instalado em um estande especialmente montado para recepção, autógrafos e entrevistas, ocasião em que agradeceu carinhosamente a cada um, entregando-lhes uma pequena lembrança.

Em seguida, o orador baiano, proferiu um minisseminário para um público em torno de 650 pessoas.

À tarde, Divaldo Franco, concedeu entrevista à repórter Fernanda Graell, da Rede Globo de Televisão que já havia circulado pela feira e entrevistado à Ana Guimarâes coordenadora e responsável pela organização do evento. Em seguida Divaldo Franco iniciou a sessão de autógrafos.

A Mansão do Caminho (http://www.mansaodocaminho.com.br/) , obra assistencial do Centro Espírita Caminho da Redenção, voltada inteiramente para a assistência social, à saúde e à educação, fundada no dia 15 de agosto de 1952, é um admirável complexo, localizado na Rua Jayme Vieira Lima, nº 104 - Pau da Lima, Salvador - Bahia, contando com 50 edificações, fora as construções em andamento, distribuídas em ruas, bosques e lago, numa área de 78.000 metros, onde são atendidas três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda, inclusive suas famílias, num total de quase cinco mil pessoas.

Com uma palestra final proferida da sacada do museu com o público acomodado no pátio da feira, Divaldo Franco, O Semeador de Estrelas, encerrou sua temporada de palestras - 2017, no Rio de Janeiro.

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal “A Tarde” Salvador, BA

Divaldo - Jornal A Tarde

A morte incompreendida
                                                                      #ArtigoDivaldoFranco


O escritor inglês Somerset Maugham, escrevendo, à oriental, narra uma história muito peculiar, que tentarei sintetizar.

Vivia numa casa de campo, em Bagdá, um homem rico, possuidor de um hábito especial. Diariamente usava uma erva perfumada que mandava comprar no mercado.

Um servo jovem era incumbido da tarefa, havendo sucedido-lhe um dia ter um encontro com a morte em plena praça. Ante a surpresa de ambos, a mesma introduziu a mão na capa negra e retirou uma pequena caderneta. Aproveitando-se da ocorrência, o moço disparou numa correria à herdade e disse ao amo que a havia encontrado e tinha certeza que ela viera arrebatar-lhe a vida.

Como existia uma propalada informação de que a morte não encontrando a sua vítima, concedia-lhe mais dez anos de vida, ele solicitava o auxílio do senhor.

Comovido, o amo ofereceu-lhe o melhor cavalo, a fim de que ele fugisse da cidade para Samarra.

Ao cair da tarde daquele mesmo dia, o patrão foi realizar a compra, quando encontrou a terrível megera. Enfrentou-a e perguntou-lhe por que, pela segunda vez, o perturbava. Ignorando de que se tratava, a detestável pareceu surpresa e, ao tomar conhecimento, explicou-lhe que também ela estava assustada, porque tinha, sim, um encontro com aquele jovem, mas não pela manhã, e sim, à tarde, quando seguia a Samarra naquele instante.

O escritor reporta-se à inevitabilidade do fenômeno da morte.

Quando se está preparado, aguardando-a, ela não vem, mas ao contrário, quando menos se espera, ei-la presente.

Num lar ditoso, é capaz de abandonar o idoso enfermo e optar por consumir o jovem ou a criança sonhadora, deixando sombras e dores indefiníveis.

A morte orgânica é uma fatalidade imprevisível.

Tudo que nasce, morre.

Indispensável que todos pensemos com certa frequência na consumpção orgânica através da morte do corpo e interroguemos o que lhe sucederá.

Filósofos, poetas, escritores, artistas, sábios de todos os tempos têm-se voltado para o estudo desse fenômeno, e a maioria concluiu que a vida não se acaba quando o corpo se extingue.

A experiência carnal é bênção que permite ao ser humano desdobrar a presença divina que nele reina e alcançar a plenitude através das sucessivas reencarnações.

Em cada etapa o indivíduo escreve o futuro, construindo a alegria de uma existência saudável ou o sofrimento com o caráter redentor dos lamentáveis comportamentos a que se haja entregado no passado.

É indispensável, pois, que todos pensemos naquilo que acontecerá ao Espírito que somos, após a libertação carnal.

Sócrates, quando condenado, no instante da desencarnação asseverou que iria comprovar o que ensinara, tal a certeza da sobrevivência que o animava a sofismar e acreditar na imortalidade.



Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 15-06-2017.
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ESPANHOL

  La muerte incomprendida
                                                              Artículo de DivaldoFranco
                                                publicado en el periódico A Tarde
                                                         (Bahia, Brasil) el 15/06/2017.


  El escritor inglés Somerset Maugham escribió, con influencia oriental, una narración muy peculiar que trataré de sintetizar.
  Vivía en una casa de campo, en Bagdad, un hombre rico que poseía un hábito especial: a diario utilizaba una hierba perfumada que enviaba a comprar en el mercado.
  Un servidor joven estaba encargado de la tarea, hasta que un día tuvo un encuentro con la muerte, en medio de la plaza. Ante la sorpresa de ambos, esta introdujo la mano en la capa negra y extrajo una pequeña libreta. Aprovechando la situación, el joven huyó a la carrera hacia la heredad y le relató a su amo el encuentro que había tenido, quedándole la certeza de que ella venía a arrebatarle la vida.
Como existía una difundida información acerca de que la muerte, cuando no encontraba a su víctima, le concedía diez años más de vida, él le solicitaba auxilio a su amo.
Conmovido, el amo le ofreció el mejor de sus caballos, a fin de que huyera de la ciudad para dirigirse a Samarra.
Al caer la tarde de aquel mismo día, el patrón fue a hacer las compras y encontró a la terrible bruja. La enfrentó y le preguntó por qué -por segunda vez- lo perturbaba. Ignorante de qué se trataba, la detestable pareció sorprenderse y, al tomar conocimiento, le explicó que también ella estaba asustada, porque había tenido, en efecto, un encuentro con aquel joven, pero no por la mañana sino a la tarde, en el instante en que iba a Samarra.

El escritor se refiere a la inevitabilidad del fenómeno de la muerte.

Cuando se está preparado, aguardándola, esta no llega; pero al contrario, cuando menos se la espera, he aquí que se hace presente.

En un hogar dichoso es capaz de abandonar al anciano enfermo y optar por consumir al joven, o al niño soñador, dejando sombras y dolores imposibles de definir.

 La muerte orgánica es una fatalidad imprevisible.

 Todo lo que nace, muere.

Es indispensable que todos pensemos, con cierta frecuencia, acerca de la consumición orgánica a través de la muerte del cuerpo, y nos preguntemos qué le sucederá.

  Filósofos, poetas, escritores, artistas, sabios de todas las épocas, se han dedicado al estudio de ese fenómeno, y la mayoría ha concluido que la vida no se acaba cuando el cuerpo se extingue.

 La experiencia en la carne es una bendición que permite al ser humano desplegar la presencia divina que en él reina y alcanzar la plenitud a través de las sucesivas reencarnaciones.

En cada etapa el individuo escribe el futuro, construyendo la alegría de una existencia saludable o el sufrimiento, con carácter redentor de los lamentables comportamientos a que se haya entregado en el pasado.

Es indispensable, pues, que todos pensemos en aquello que le acontecerá al Espíritu que somos, después de la liberación carnal.

Sócrates, cuando fue condenado, en el instante de la desencarnación manifestó que iba a comprobar lo que había enseñado, tal era la certeza de la supervivencia, que lo animaba a argumentar y creer en la inmortalidad.



Artículo publicado en el periódico A Tarde, columna Opinión, el 15-06-2017.
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(Textos recebidos em emails da Tradutora MARTA GAZZANIGA [marta.gazzaniga@gmail.com], Buenos Aires, Argentina)

domingo, 13 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco na - FEB Rio de Janeiro, RJ

12/08/2017

A Federação Espírita Brasileira - FEB, seccional Rio de Janeiro (Avenida Passos, 30 - Centro, foi palco do encerramento da temporada de palestras de Divaldo Pereira Franco - ano de 2017 -, em nosso estado,  já que o 27º Feirão em Prol da Mansão do Caminho, promovido pelo Grupo FEB também inaugurou a Exposição de 120 Anos de sua Livraria
que conta um pouco da história desta que é a única livraria fundada no século XIX, há 120 anos, na gestão de Bezerra de Menezes, que continua funcionando até hoje, ininterruptamente.
Com a presença do presidente da FEB, Sr. Jorge Godinho e outros membros da federação, além de ilustres convidados vindos de outras cidades, como Suely Caldas Schubert (Juiz de Fora-MG),  o pessoal da Mansão do Caminho (Salvador-BA), num grupo superior a vinte pessoas, a conferência teve a participação de um público superior a 700 pessoas em seus dois salões.
Divaldo Franco falou de sua alegria em retornar àquela casa que lhe traz belas lembranças e desenvolveu sua palestra buscando mostrar que o amor é o principal ensinamento que nos trouxe Jesus Cristo. É preciso amar ao próximo como a nós mesmos, significando que precisamos começar por nos amarmos, pois o auto amor representa o desenvolvimento dos valores positivos da inteligência, do sentimento, da cultura e da solidariedade, preservando o corpo da higiene, da estética, dos cuidados que ele nos exige para prolongar a sua existência.

Divaldo propõe uma viagem para dentro de nós, utilizando-se do mapa da Palestina, como uma representação geográfica, começando por Damasco, onde acontece a CONVERSÃO de Saulo. Este é o primeiro ensinamento, que representa nossa mudança de paradigmas, ao encontro do amor de Jesus. Em seguida cita Jerusalém, como a necessidade do TESTEMUNHO. Quando abraçamos um ideal, uma causa, temos a necessidade de pagarmos o preço necessário por aquilo que acreditamos.
Em seguida menciona Jericó, contando a Parábola do Samaritano, que representa a CARIDADE, a solidariedade. Precisamos ser solidários, para criarmos uma sociedade feliz. E finaliza a viagem falando de Emaús, que simboliza o encontro dos dois homens com Jesus. representando o momento máximo da solidariedade que é o ACOMPANHAMENTO, o carinho, a misericórdia.

Acrescido aos ensinamentos que nos ministra, Divaldo Franco enriquece suas conferências com exemplos pessoais, não com o propósito de enriquecer sua biografia, mas de auxiliar-nos o entendimento daquilo que discorre.

Mais um momento de aprendizado do Evangelho de Jesus, mostrando que somente através do amor seremos pessoas melhores, transformando nossa sociedade para melhor, numa convivência de paz e fraternidade.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco no G.E. Caminho da Esperança Rio de Janeiro, RJ

11/08/2017

Mais uma noite memorável propiciando ao público, em torno de 3500 pessoas, grandes emoções!

Preparando o ambiente para a conferência de Divaldo Pereira Franco, o Grupo Espírita Caminho da Esperança - GECE (Rua Aristides Lobo, 51, Rio Comprido, Rio de Janeiro), através de seus trabalhadores, transformou o palco da Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, na fictícia Rádio Esperança com o seu programa de entrevistas em que os convidados falavam de Divaldo Franco, dando seus testemunhos da importância do Semeador de Estrelas em suas vidas.

O programa conduzido por Ana Guimarães e Jurandyr Paulo, que mostravam não conhecer o orador baiano, bem como seu trabalho, entrevistaram diversas pessoas encarnadas e outras tantas desencarnadas, como Auta de Souza, Nina Arueira, Irmã Dulce, Manoel Philomeno de Miranda, Chico Xavier, e que somente no decorrer do programa vão desconfiando de que eram "pessoas mortas".

Divaldo Franco presente à apresentação, ria, aplaudia, feliz com a bela homenagem.
Em seguida a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, através do Programa de Estudos e Pesquisas das Religiões - PROEPER, espaço do Centro de Ciências Sociais (CCS), que busca reflexão permanente e sistemática sobre as religiões e a religiosidade e do Núcleo Espírita Universitário, ambos da UERJ, através de Telma Gama, Nadja do Couto Valle e da representante do NEU e em nome do Reitor Ruy Garcia Marques, homenagearam Divaldo Pereira Franco, com a entrega de uma placa de agradecimento pelos 32 anos de conferências naquela universidade.

Recebidas todas os homenagens, Divaldo agradeceu passando os méritos ao espíritas e ao codificador, Allan Kardec e deu início à sua conferência. Franco buscou mostrar que o Espiritismo em seu tríplice aspecto difere de toda e qualquer outra doutrina, uma vez que não possui dogmas, propriamente ditos, mas fundamenta-se na razão e nos fatos e que assim sendo é uma Doutrina Tríplice, com sua estrutura configurada na Ciência, Filosofia e Religião.
Ciência, pois possui como fundamento a parte experimental com suas idéias organizadas sistematicamente a partir dos fatos, dos fenômenos mediúnicos, das manifestações em geral, empregando efetivamente, o método experimental.
Filosofia, já que sua temática abrange objetos do conhecimento que vão além da experiência sensível, mostrando a existência de Deus, os princípios constitutivos do Universo, que são as causas primárias e as leis morais se valendo do instrumento seguro do método racional.
Religião, na medida em que sua finalidade última é a restauração do Evangelho de Jesus, com a prática de seus ensinamentos e princípios cristãos. É importante, entretanto, esclarecer que o Espiritismo não se vale de formalidades exteriores, de práticas sagradas, rituais ou técnicas coletivas, mas da busca permanente da religiosidade na intimidade de cada ser, a partir de uma atitude interior consciente.
Essa tríplice estrutura está bem fundamenta na obra da codificação, onde os aspectos científicos e filosóficos representam sempre um campo de investigação. Entretanto, no aspecto religioso, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem para a grandeza em seu imenso futuro espiritual.

Terminada a palestra, Divaldo Franco recebeu algumas pessoas que foram levar-lhe um abraço, uma saudação e, acima de tudo agradecê-lo pelo importante material que estavam levando para suas casas, para suas vidas, conhecimentos necessários às suas melhores reflexões.

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Pereira Franco no Grupo Espírita André Luiz Rio de Janeiro, RJ

10/08/2017

Divaldo Franco esteve na noite desta quinta-feira, dia 10 de agosto de 2017, no Grupo Espírita André Luiz (GEAL) - Rua Jiquibá, 139 - Maracanã, Rio de Janeiro, onde proferiu palestra para um público em torno de 550 pessoas.
Divaldo, quando perguntado por Maria Luiza Sodré, presidente de GEAL, se ele se lembrava há quanto tempo comparecia ao Grupo Espírita André Luiz, já que ela não recordava, ficou surpresa quando ele disse que são 54 anos.
Nas temporadas anuais do Semeador de Estrelas, em nosso estado, as palestras no GEAL, tem algo de especial, de diferente, de maior sublimidade, pois a começar pelo interesse que antecede ao evento tão esperado, justificando a extensa fila que se forma na frente da casa, aguardando a abertura dos portões às 17 horas, tudo parece mágico. Ontem as duas primeiras pessoas da fila disseram terem chegado antes das cinco horas da manhã.
Ao entrar na instituição o público começa a se ambientar através do excelente coral GEAL para o início da palestra às 20:00 horas.
Após a prece feita por Maria Luiza, Divaldo começa lembrando da figura de Jesus que através de seu Evangelho trouxe novas esperanças para toda a humanidade.
Sua abordagem sempre rica de ensinamentos, se estende sobre a história da humanidade, chegando ao século XVII com o desenvolvimento da ciência até o advento da Doutrina Espírita, no século XIX - O Consolador Prometido!
Cita histórias que servem de enredo para os assuntos abordados, levando todos à profundas reflexões, inundando o ambiente numa atmosfera de Luz, Amor e Paz.
Extensas filas se formam quando de sua chegada e que continua ao término da palestra para um abraço, um autógrafo e Divaldo sempre sorrindo, atende a todos com muito carinho.
Um dos momentos mais aguardados, pois acontece anualmente, foi quando por psicofonia recebeu a mensagem de Bezerra de Menezes, que publicaremos à posteriori, emocionando a todos, alguns levados às lágrimas.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco na Casa de Espanha Rio de Janeiro, RJ

09-08-2017

Divaldo Pereira Franco, o incansável seareiro do bem, esteve na Casa de Espanha (Rua Maria Eugênia, 300 - Humaitá, Rio de Janeiro), nesta quarta-feira, dia 9 de agosto de 2017, ministrando seminário para um público aproximado de 1400 pessoas.

Divaldo começou por agradecer ao grupo de colaboradoras que leva o nome de sua saudosa mãe Anna Franco pela homenagem recebida antes de sua conferência, grupo este que é o responsável pela venda dos livros aqui no Rio de Janeiro, quando de sua temporada anual no estado.

Em seguida falando de suas experiências quando de suas viagens e palestras buscou mostrar que em nossa existência, muitos episódios acontecem repentinamente. Formulamos um programa, e a realidade da vida o altera quando menos esperamos. Ocorrências variadas tomam corpo na existência terrena, fazendo com que o nosso destino, a cada momento, sofra modificações em seu curso. São alterações para melhor trazendo sucesso, alegria, saúde, ou alterações afligentes que trazem amargura, doença, desespero. A vida é mesmo repleta de lances surpreendentes! Uma experiência que se configura como satisfatória e positiva, passadas as emoções preliminares, poderá se apresentar como uma situação de agonia, desencanto e até de tragédia. Por outro lado, ao enfrentarmos obstáculos de qualquer natureza, se soubermos confiar na Divindade e persistirmos nos ideais superiores, aquilo que inicialmente se revela como dificuldade poderá converter-se em verdadeira bênção.

A partir daí, Divaldo Franco cita exemplos de pessoas que conheceu ao longo desta vida, muitas delas marcadas pela angústia e pelo sofrimento, que a partir da compreensão do verdadeiro amor, da grandeza do Espiritismo e do trabalho de transformação moral que empreendem em suas vidas, com base no Evangelho de Jesus, tem suas vidas balsamizadas pelo amor Divino, encontrando soluções para os mais diferentes conflitos, experimentando a tão procurada paz de consciência e consequentemente, uma vida melhor.

Foram momentos de ensinamentos oportunos, deixando para todos um farto material importante e necessário às nossas reflexões.

O evento contou com a participação da cantora Anatasha Meckenna e do tecladista Roberto Oliveira com belas apresentações musicais.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Franco em Rio Bonito, RJ

08 de agosto de 2017

Divaldo Pereira Franco esteve nesta terça-feira, dia 8 de agosto de 2017, no Esporte Clube Fluminense de Rio Bonito (RJ) em evento promovido pelo Centro Espírita João Batista, onde ministrou palestra para um público em torno de 1300 pessoas que lotou totalmente a quadra de esportes da agremiação.

Após a prece feita por José Raul Teixeira, que emocionou a todos, Divaldo Pereira Franco trouxe para o público uma história que está contida no livro Sexo e Consciência, que fala do Poder do Amor de onde retiramos a síntese do texto a seguir.

Contou Divaldo que viajava por um país latino-americano e amigos o informaram que dentro da programação estabelecida, participaria do lançamento de um livro (Messe de Amor) por ele psicografado, que havia sido traduzido ao espanhol, abrindo espaços para a divulgação da Doutrina Espírita naquela região. O livro daria margem à publicação de outras obras mediúnicas, ampliando a interpretação e o conhecimento do Espiritismo naquela região.

No país visitado, conta Divaldo, que conheceu uma senhora muito rica de nome Eufrásia, de quem se tornou hóspede. Eufrásia de origem judaica, em meio as condições materiais privilegiadas, era portadora de uma grave doença degenerativa e encontrava-se na iminência de desencarnar. Ela possuía um câncer em fase final de metástase, o que praticamente a impedia de levantar-se da cama. Porém, para estar conosco por alguns momentos, a senhora suspendeu o uso dos medicamentos analgésicos, que além de suprimirem a dor também lhe provocavam uma forte sonolência.

Formada em Medicina, especializada em ginecologia e obstetrícia, casada sem filhos, Eufrásia, não tinha maiores pendores religiosos, apesar de frequentar a sinagoga. Acabou se envolvendo na prática de abortos, que lhe rendeu muito dinheiro, entretanto lhe trouxe sérios problemas com a lei divina.

Quando Divaldo a conheceu ela já era uma nobre trabalhadora da causa espírita e essa mudança de conduta fez dela uma outra pessoa, ou seja, ela transformou sua vida, mudando seus sentimentos.

O Reino de Deus começa quando o coração abre as portas para o amor! Enquanto houver na Terra uma pequena presença de amor, pode-se ter certeza de que Deus continua em ternura com os homens. Numa hora como esta em que vivemos de tanta violência, desagregação e conflito, que o amor luarize a nossa saudade! Que o amor pacifique a nossa ansiedade! Que o amor, à semelhança de um punhal, penetre-nos a alma, rasgando-nos a treva interior e deixando brilhar a luz da esperança, a fim de que a felicidade seja como uma legítima fada, cantando um hino de paz dentro de nossas vidas...

Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

Registro. Divaldo Franco na Sociedade Hebraica Rio de Janeiro, RJ

07-08-2017

Divaldo Pereira Franco esteve nesta segunda-feira, dia 7 de agosto de 2017 na Sociedade Hebraica (Rua das Laranjeiras, 346 - Rio de Janeiro), onde ministrou palestras para um público aproximado de 1400 pessoas, em evento promovido pelo 5º CEU/CEERJ na série de conferências que realiza anualmente há mais de 30 anos em seu Ciclo de Palestras e que tem como tema central, este ano, "O que está mudando o mundo?"
O Ciclo de Palestras - 2017 ainda terá a seguinte programação de conferências:
16/08 - 19 horas - André Trigueiro, com o tema "Violência: como entender?", no Teatro Vannucci, Shopping da Gávea;
20/08 - 16 horas - César Soares dos Reis, abordando "Mortes Coletivas: por quê?, na ECEME-Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Praça General Tibúrcio, 125 - Cruz Vermelha;
26/08 - 16 horas - Nadja do Couto Valle, com o tema "Família: um novo conceito?", também na ECEME.
Divaldo Franco começou por citar o erudito escritor Giovanni Papini (1881-1956), autor do clássico História de Cristo, em que escreveu: “Milhares de santos por ti sofreram e por ti se extasiaram, mas, ao mesmo tempo, milhares e milhares de renegadores e de dementes continuaram a esbofetear a tua face sanguinolenta. Justamente por não Te amarmos suficientemente, temos necessidade de todo o Teu amor”.
Papini considerava Herodes, como um psicopata, já que mandou matar dois filhos que queriam tomar seu trono, além de sua esposa, acusando de traição.
Falou da parábola do Jovem Rico (Mateus, 19:16-23) em que o jovem, apesar das boas intenções, de ter sido tocado pela mensagem do Cristo, deixa de acompanhá-Lo. Renuncia e segue-me! disse-lhe Jesus. Ele, entretanto, alegando ter que participar de uma competição de bigas, adia o grande encontro, acabando por morrer numa manobra menos feliz, quando seu carro vira e ele é despedaçado pelas patas dos cavalos velozes, em disparada, conforme cita Amélia Rodrigues, na obra Primícias do Reino.
A parte final da conferência de Divaldo foi dedicada aos jovens, lembrando-lhes que não viemos à Terra somente para desfrutar e sim para construir uma vida melhor. Os jovem precisam entender que este é o grande momento de suas vidas. É necessário que a mensagem do Evangelho faça parte de sua vida, de nossas vidas.
Após ser plaudido de pé, Divaldo, continuou o momento de autógrafos iniciado antes da conferência.
Divaldo Franco continua sendo o grande semeador dos ensinamentos contidos na Doutrina Espírita, espalhando a mensagem de Jesus nos mais diversos lugares de nosso Planeta, transformando acima de tudo vidas.
Texto e fotos: Luismar Ornelas de Lima​

(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

terça-feira, 8 de agosto de 2017

VIII Congresso CEJA/Barra com Divaldo Franco Rio de Janeiro, RJ

Emoção, alegria e muita Luz! Assim foi mais um grande encontro promovido pelo Centro Espírita Joanna de Ângelis - CEJA-Barra, realizado neste domingo, dia 6 de agosto de 2017, no KM de Vantagens Hall (Avenida Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ) - o 8º Congresso CEJA-Barra -, evento que já faz parte do calendário mundial espírita, pois com o advento da internet ele é assistido por milhares de pessoas nos mais diversos rincões do planeta.

A emoção e a alegria contagiava de forma coletiva a grande maioria das 3500 pessoas presentes ao grande banquete espiritual. Com o tema central "O Segredo da Felicidade" e tendo como mestre de cerimônias o casal de trabalhadores da casa, os atores Rodrigo Sant´Anna e Ana Rosa, o evento começou com Iraci Campos Noronha, Presidente da instituição dando as boas vindas a todos os presentes e ao pessoal da internet, convidando-os a passarem uma tarde/noite descobrindo o verdadeiro sentido da felicidade. E, após sentida prece, deu por iniciado o Congresso, pedindo a todos para abrirem seus corações para a felicidade.

Para a composição do palco, foram chamados os convidados da primeira parte do encontro: o Presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), Jorge Godinho Barreto; o psiquiatra, escritor, médico associado e fundador da Associação Médico Espírita (AME) de Pelotas/RS, Sergio Luiz da Silva Lopes; o diretor de unificação do CEERJ, Alexandre Pereira da Silva; o psicólogo clínico, escritor e orador espírita Rossandro Klinjey; a vice-presidente do CEJA-Barra, Ceris Muharre; o presidente da Mansão do Caminho, Demétrio Ataíde Lisboa.

Assim como a espiritualidade amiga abraçava cada pessoa que chegava ao evento, as notas musicais e a voz de Leila Pinheiro, presença constante no evento, acolhiam e preparavam o público para as palestras que iriam acontecer. O tímido coral do público no início, deu lugar a uma prece cantada, emocionando a todos. Quem ainda não estivesse em total sintonia, encontrava, na apresentação de Leila, um facilitador - e se conectou. Ovacionada, Leila despediu-se, dando lugar às palavras do presidente da FEB - Jorge Godinho Barreto.

Godinho cumprimentou a plateia falando da alegria de estar no evento "especialmente porque a humanidade passa por momentos de desafios onde falar de felicidade é algo até que alguém pode estranhar". Mas para nós espíritas, falar de felicidade é algo que devemos trabalhar. 

Em seguida foi a vez da Dra. Adriana de Oliveira Melo, médica de gestações de alto risco na maternidade pública de Campina Grande, que atende todos os municípios do sertão da Paraíba.  Cientista reconhecida mundialmente pelo seu trabalho em que apresentou provas da relação entre o vírus da zika e os crescentes casos de microcefalia na região em que vive e trabalha, em novembro de 2015.

Em seguida, Rossandro Klinjey proferiu palestra sobre Felicidade Real X Felicidade Ilusória, enfatizando que no espiritismo nós temos um Norte luminoso chamado Cristo, a nossa mais alta esperança. Em um momento em que todas as coisas parecem frágeis, é a mensagem do Evangelho que consola nossos corações.

Antes de chamar o próximo palestrante, mais um momento de emoção. É que chegava ao evento o Patrono do CEJA-Barra, o convidado de honra, o palestrante mais aguardado, o querido e incansável divulgador do Cristo e do Espiritismo, Divaldo Pereira Franco, que foi recebido de pé, com calorosas palmas. Que bom! Ele já estava entre nós!

Ana Rosa anunciou o próximo palestrante, Sergio Luiz da Silva Lopes, que falou sobre Psiquiatria e Autoconhecimento. Dentre muitas colocações, Sérgio Lopes, mostrou que as pessoas solitárias desejam muito encontrar alguém que lhe complete. Se isso não acontece, é um atestado de infelicidade; uma promissória de infelicidade. Porque nunca ninguém completará o outro. Os relacionamentos vêm para nos completar mutuamente. Para sermos mais felizes. Para termos algo além daquilo que já temos. Mas o sentimento de felicidade já deve estar presente como um germe. Como um sentimento de gratidão na nossa vida. Jesus disse "bem aventurados os pacificadores". Mas para pacificarmos, precisamos estar em paz conosco mesmos.

Iraci Campos Noronha foi chamada para falar sobre seu primeiro livro "Reconstruindo Emoções". Ela conta que foi um trabalho especial, extremamente novo, pois até então ela só havia psicografado mensagens. Iraci dedica a obra à Divaldo Franco seu grande orientador e incentivador e a Veneranda Joanna de Ângelis que a prefaciou. O livro, que recomendamos, ditado pelo Espírito Nise da Silveira aborda assuntos como  Depressão, Dor Emocional, Ansiedade, e como cuidar dessas emoções.

Luís Mário Medeiros Duarte, em seguida, falou sobre "A cura através da neurociência", dizendo acreditar na felicidade plena porque Jesus, Buda e Krishna nos disseram que era possível. O que motiva o ser humano é a Felicidade. Até mesmo todos os animais buscam a felicidade, mesmo não sabendo.

Continuou dizendo que Médicos, psiquiatras, a ciência, têm problemas muito difíceis hoje em dia. A ciência tenta explicar a questão mente-cérebro, mente-corpo. Há um pressuposto de que só existe uma realidade: a matéria. Assim pensam os médicos e cientistas que creem exclusivamente na matéria. Seguindo esse pensamento, a nossa mente, tudo o que significa, deseja, sente, ama, suas memórias, são coisas ilusórias, criadas por nós para nos adaptarmos ao mundo.

Kardec, continuou Luis Mário, usando também de experimentos mensuráveis, métodos da ciência, portanto, pôde verificar a experiência pós-morte. O Livro dos Médiuns é um livro comprovadamente de método científico

Chegou a vez de Cristiane Niero que falou sobre "O caminho interior para a Plenitude". É preciso ter coragem. Coragem para se desconhecer; coragem para morrer para o nosso EU ilusório, para as velhas crenças e valores, para o que nos aprisiona e dita regras. E assim, ter capacidade e dar espaço para o autoperdão. Não peçam nunca para que as dificuldades da vida seja amenizadas; mas peçam força para superar as dificuldades porque elas têm um sentido importante para todos nós.

Após a inspiradora palestra de Cristiane e do sorteio de livros, o evento contou com mais um momento musical, do tenor Evandro Oliva. Em seguida, foi a vez do momento mais esperado, a palestra do querido orador Divaldo Pereira Franco - "O Segredo da Felicidade"

Divaldo discorreu sobre as mudanças do destino da humanidade. Ele começa falando sobre o encontro de Jesus com Natanael Ben Elias, um miserável que veio Lhe pedir a cura. Este é o ponto de partida para explicar o que é necessário para obtermos a cura; o caminho para a felicidade.

É necessário que venha uma ciência que traga Deus de volta com o espiritismo para nos encher de alegria de viver e podermos levar a esperança àqueles que perderam tudo, menos o direito à vida. Nós somos, os espíritas, nesse momento, o olhar de ternura de Jesus. Não nos envergonhemos de abraçar os abandonados; de dizer uma palavra de carinho. Há mais sede de amor do que fome de pão. Somente seguindo Jesus e o seu Evangelho podemos alcançar a felicidade, a plenitude, falou de forma vibrante e emocionada O Semeador de Estrelas.

Ovacionado pelo público, que o aplaudiu de pé, o querido Patrono e co-fundador do CEJA-Barra, nos fez imaginar a grande emoção dos milhares que assistiam via Internet. 

Nesse momento, todos os trabalhadores cercavam o auditório de mãos dadas, em um simbólico abraço fraternal a cada um. Após Divaldo, o tenor Evandro Oliva voltou ao palco para cantar, juntamente com os convidados, conferencistas e trabalhadores, a música “É preciso saber viver” que encerra anualmente o congresso.

Foi magnífico! Uma chuva de bençãos. Saímos, todos, melhores do que quando chegamos ao evento. Obrigado por sua atenção. Até 2018!

  Texto: Maria Claudia Souza Rodrigues​
  Fotos: Luismar Ornelas de Lima​


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Registro. Divaldo Pereira Franco em Faro, Portugal

28 e 29/07/2017.

Divaldo começa o seu seminario agradecendo a Caminus Duo – Joana Vieira & Mikhail Shumov pela magistral interpretação de várias peças musicais, que sensibilizaram o público. A música é a língua com a qual Deus se comunica conosco.
Começa falando de um grande depressivo crônico, piloto, que realizou o primeiro vôo França - Dakar para levar correspondência e que também iniciou os vôos entre Buenos Aires e Ushuaia, a cidade mais meridional de Argentina, com uma vida cheia de aventuras e cuja maior obra alcançou um grande êxito, falamos de Antoine de Saint-Exupéry.
O Pequeno Príncipe é uma obra que comove os corações de crianças e adultos.
Infelizmente Antoine não creia em Deus até que um fato ocorrido na sua vida vai mudar este conceito para sempre.
Seu avião é derrubado e diante da preocupação daquele momento, se pergunta: Haverá um Deus? Seria tudo uma fantasia religiosa? Observando como se alimentavam uns ratos do deserto, chegou à conclusião de que vale a pena lutar por viver.
Entre ele e o seu mecánico, que viajava com ele conseguem reparar o avião e chegar à Paris.
Ao regressar se torna idealista.
Logo depois em Espanha eclode a guerra civil y Antoine se apresenta como voluntario, assim como muitos otros para combater.
Durante os combates seu avião foi derrubado e ele capturado.
Foi considerado inimigo de guerra, condenado à muerte e encerrado em uma hedionda fortaleza próxima à fronteira francesa, à espera de sua execução.
Durante a sua estadia compreende o sentido da vida, seu significado e o fácil que é perdê-la. Recém casado e pai de uma criança, começa a questionar a sua existência neste planeta.
Fumador compulsivo, se encontra em uma cela sem nada que o relaxe.
O traje de presidiário que lhe deram, ainda está con los buracos de bala do seu anterior dono, buscando nos bolsos Antoine encontra uma guimba e a leva à boca.
Por um segundo mata sua ansiedade, porém um cigarro apagado não é suficiente, através de sinais tenta que o guarda lhe dê fogo, mas este desconfiado, não lhe presta atenção.
O guarda, ao final, sentindo pena, se aproxima cuidadosamente e lhe acende o cigarro.
O prisioneiro emocionado pelo gesto e como agradecimento olha o seu guardião e sorri longamente e o soldado lhe devolve o sorriso. Ele continua fumando e sorrindo até terminar a última tragada e com um gesto agradece ao guarda.
O soldado espanhol, comovido ante os gestos de Antoine lhe abre a porta e lhe pede que se vaia.
Ele crê que o guarda tentará matá-lo quando se vire de costas e decide sair encarando o seu libertador, até que a uma distância prudencial já não pode resistir-se mais e começa a correr em direção à França, onde chega ao amanhecer do dia seguinte.
No seu relato, recorda o monólogo que fez quando sorriu ao soldado, onde lhe falava de sua morte, de sua família, de tudo que para ele era importante e ia perder.
Parece que as palavras, que eram proferidas no seu idioma natal, o francês, conseguiram abrandar o coração do soldado, que não falava o seu idioma, mas que com certeza, a emoção lhe tocou o coração.
Uma semana depois, em Paris, com seu filho e sua esposa, narra a história de um sorriso e diz:
- Se a humanidade sorrisse um pouco mais seria melhor. Se mudássemos nossos gestos de desagrado por sorrisos haveria felicidade no mundo.
Ao analizar a história de Antoine Saint- Exupéry, Divaldo recorda uma citação de Aristóteles:
“Quando duas pessoas se amam, são uma só alma em dois corpos.” (Metaforicamente falando)
A humanidade se divide em extrovertidos e introvertidos. Os indivíduos introvertidos chegaram à fase adulta sem liberar-se das amarguras infantis, são crianças feridas.
O conhecimento espírita é o veículo mais nobre para a extroversão, porque o conhecimiento de Jesus e seus ensinamentos nos libera das amarguras e nos fala de esperança e também através dos ensinamentos dos imortais que nos dizem: - A vida continua.
Divaldo narra depois a história do colar de diamantes, quando uma dama rica, o empresta a uma amiga para um baile de gala e esta o perde. Ao perceber que não podia devolvê-lo, encomenda um igual, de acordo com suas lembranças do colar, o que faz com que eles se endividem. No final o devolve, porém a dívida é demasiado importante e leva a ela e a seu marido à falência, até o ponto em que ele agoniado falece e ela se vê obrigada a viver do que encontra na rua.
Um dia quando revira o lixo, seus olhos avistam uma dama que descia por uma escada.
A dama era aquela sua amiga e levava o colar. A mulher o olha fixamente e a dama reconhece a sua amiga, se aproxima e lhe pergunta pela sua atual situacão. O que ocorreu? E ela apontando para o colar lhe explica sua desgraça. A amiga a fita e lhe diz:
- Por que você no me contou, te disse que te emprestava porque tinha muitas jóias, que não te preocupasses. O colar que te emprestei só custava 50 francos, era uma imitação, minha querida amiga.
Aplicando-o a nossa vida, isso quer dizer que nos endividamos por colares falsos. Confundimos a felicidade com TER. Nossas jóias deveriam ser a amizade, a caridade, a fraternidade, etc...
Recorda Divaldo como em uma ocasião Ghandi ria em frente de uma joyería e quando lhe indagaram o motivo da sua alegria respondeu:
- Estou feliz de ver tantas cosas que não necessito.
Ato seguido narra como em uma ocasião estando inconsciente, por uns problemas cardíacos, visualiza a figura de Jesus e o mar de Galiléia. Recordando a felicidade desse momento e demonstrando que SIM se pode ser feliz, ainda que seja por um instante.
Na segunda parte do seminario Divaldo inicia contando uma história comovedora. La história do Dr. Tadeo Merlin, que sendo um defensor da eutanásia, deixou viver um menino aleijado, que anos mais tarde irá salvar a vida da sua neta. O doutor Tadeo Merlin no final da história diz a si mesmo, quão cego estava, hoje compreendo que é melhor melhor ser aleijado que ser cego como eu.
Também contou a história acontecida há poucos días, quando em uma palestra, fez alusão a Chico Xavier, falando da sua bondade e comparando-o com a figura de Francisco de Assis. No dia seguinte a mídia publicava: “Divaldo Franco diz que Chico Xavier foi Francisco de Assis.”
Ao passar os dias e não dizer nada sobre a noticia, alguns amigos lhe comentaram a necesidade de desmentir a noticia, ao que Divaldo contestou:
- Não posso desmentir algo que eu não disse.
Com um grande sorriso e sem demonstrar no semblante o trancurso de mais de três horas de seminario, Di se despede com a oração da gratitude de Amélia Rodrigues e enche uma vez mais os corações dos que ali estávamos de alegria e felicidade, HOJE FOMOS FELIZES.
                       Texto e fotos: Manuel Cemyd


(Recebido em email de Jorge Moehlecke)